Poema de Abílio Manuel GUERRA JUNQUEIRO(1850-1923)
Num grão de trigo habita
alma infinita.
Alma latente, incerta,obscura,
mas que geme, que ri, que sonha, que murmura.
Quando seara é ceifada, acaso o grão
terá dor? Por quê não?!
Um grão de trigo,
mil anos morto num jazigo,
dêem-lhe terra e luz,
e ei-lo germina, cresce e floresce e produz"
Postado por Viegas, para aquecer o BLOG
terça-feira, 3 de maio de 2011
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