Ainda nos concentramos no n. 29 "O Homo Faber e o Espaço da Aparência", que é muito bom. Houve discussão sobre o que a Hanna diz "A identidade de uma pessoa transcende em grandeza e importância; tudo o que possa fazer ou produzir é elemento indispensável da dignidade humana."
A questão é: o que o homem cria é o que o torna importante diante dos outros? E ainda a Hanna: "Só os vulgares consentirão em atribuir dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência, serão `escravos e prisioneiros´de suas próprias faculdades..." A discussão girou en torno disto e nos lembramos de exemplo, recentes de pessoas respeitadíssimas pelo que faziam e que, por erros de tática, foram desmascaradas e acabaram na prisão. Até mais.
SSilv
